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domingo, 15 de julho de 2012

Fantasy Art 2

Luis Royo Tribute (The Beautiful Art Fantasy)

domingo, 24 de junho de 2012

ORAÇÃO



A um mundo melhor não e bastante ajoelhar. O homem tem que se impor. Mais QI. menos QI. Mais maldade menos maldade. Todo o homem, mesmo nas suas diferenças. É igual. Há que respeitar as chefias. Mas há que instrui-las em relação a iguais direitos e deveres. Cada macaco no seu galho. Mas não vamos deixar uns a vegetar em ervas rasteiras. E outros, a saciarem-se nos mais altos ciprestes. Todos vão parar à terra. Normalmente os cipreste adornam os cemitérios.
Seja qual for a profissão, todo o cidadão, tem que ser responsabilizado pelos seus actos.

ORAÇÃO
Meu Deus!
... Senhor de todos os Céus!
Da vida e da morte.
De mau ou bom norte!
Olhai o planeta terra.
Sempre envolto em guerra.
Como se a Maça da cobra, resta-se a pecar eterno.
Transformando a terra, em humano inferno.
Não o paraíso da génese a mais amplo conhecimento.
Ao todo do universal movimento.
Triste nascer assim acorrentado.
Pelo passado castigado. E para sempre no pecado prostrado
Neste legado.
A que o homem ficou obrigado.
Não para o Clarim de tocar ao encontro.
O ser humano a metamorfosear-se em monstro.
No cilício dos antepassados.
Que pela serpente foram enganados.
E à fome condenados.
Mão a empunhar ferro sangrento.
Ao saque de sustento.
Terra sem braço nem ferro a alimento.
Vulcão de cinza e lava.
Que o criminoso sangue da mão não lava.
Sino de bronze a badalar a procissão.
O homem esconde as mãos de mortal obsessão.
Cruz que a morte suportaste.
E pelo homem gritaste.
Enquanto Divino sangue se vertia.
Mas ao bem o homem não convertia.
No Céu e na terra de universal pertença..
O veneno da cobra, ainda continua sentença.
Meu Deus! Perdoai o passado. pecador.
Vós de tudo Sois o Criador.
E lá dos mais altos Edens das Divindades.
Guindai o homem nas universais verdades.
Para que a terra viva em harmonia.
E universal sintonia.
Não na actual desgraça.
Que por todo o planeta infelizmente graça.
Terra de infeliz criança.
A nascer ao cilício de pecadora liderança.
Peito seco de mulher.
E nem caldo pinga da colher.
Terra sem mel. Nem de doces aromas..
Seres de barro ou de Divinas formas?
A labutar planetária desdita.
Como se a vida não fosse bendita.
A um nascer.
De universal crescer.
Num todo de universal aprendizado.
Que guie o homem por conceito mais harmonizado.
E o afaste do actual padecer.
Como se o nascer não fosse caminho a mais merecer.
E não fosse castigo bastante ao homem, a espúria humana crueldade.
O jugo de tanta terrena política falsidade.
Que só gera inimizade e precariedade.
Na força de corruptos políticos.
Conluiados a compadrios satânicos.
Sempre no mal viciados.
E ao mal ardilosamente sempre municiados.
Na força de proteccionismos fraudulentamente institucionalizados.
A remunerar quem não tem merecimento.
Nem humano valimento.
Eduardo Dinis Henriques



Toques


Toco-me com ardor.
Toco-me sem temor.
Toco-me por gostar
Toco-me para saborear.
A saliva gustativa escorre
Lentamente pelo seu corpo percorre...
E como quem imagina te tomo,
Num toque delirante nos somamos.
A realidade é relativa,
Pois nesse jogo tu és minha.
Mesmo não estando presente
Apalpo-te ardentemente...
E toco-me
Como quem te toca
Amo-te
Como quem pode realmente te amar

 Breno Callegari Freitas

Olhos azuis


Só bastava um olhar Apenas um olhar Para transformar minha vida Diante daqueles olhos azuis Fiquei a observar Fixamente Sem perceber estava hipnotizada Sem perceber estava amando Sem perceber aqueles olhos me pertenciam É a soma da vida É a soma do mundo É o azul do céu e do mar Óbvio? Não, eterno Seu olhar ficará eterno em minha mente Por quê? Porque eles me pertencem Amo seu olhar Amo te olhar Amo amar... Susana Leal
Susa Lealemartes susana leal -
Tela Olhos azuis Susana Leal