sexta-feira, 22 de junho de 2012

Último poema para você

Quando te perdi em meio à tempestade sentimental
Que abalava minha já deficiente forma de raciocínio.
E como um andarilho que por nada procura
Vaguei só, por uma multidão de transeuntes enérgicos.
Ali todos me conheciam e cumprimentavam-me,
Eu estático lembrava-me do seu repentino desaparecimento
Esquecendo-me do objetivo, esquecendo não! Eu não o conhecia.
Vendo que ali era a escada de acesso a loucura
Decidi abrir mão de amar-te para ressuscitar o “eu”
Que soterrado estava adormecido no profundo do meu intelecto.
Ele estava lá dês da sua chegada amor... EX-AMOR!
Agora sendo eu, preciso aprender a escrever e sentir outra coisa a não ser você!

Breno Callegari Freitas


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