quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Micro-mundo
Enquanto sua genialidade se esconde em correções ortográficas,
Minha insignificância da cor e sentido a minhas palavras erradas.
E enquanto as dores do mundo cravam punhais em seu corpo esbelto,
Minha insignificância da cor e sentido a minhas palavras erradas.
E enquanto as dores do mundo cravam punhais em seu corpo esbelto,
Retiro agulhinhas cravadas em minha enorme pança.
Por ser tão individualista sou rotulado,
Mas é no meu mundo que tenho a real guarida.
Não me interesso por cobertores de solteiro,
Eles deixam meus pés a mercê do frio.
Gosto do de casal... gosto de espaço.
Mas quem disse que em meu espaço não cabe você? (PEQUENINA)
Chegue sem rotulações.
Venha ouvir o que meu micro-mundo diz.
Não se preocupe em falar.
Pois me comunico por poesia escrita.
Sem sons, porém com todos os significados possíveis.
Se minha cabeça é fechada, entre pelos ouvidos...
Pois é pensando pequeno que sou feliz.
Por ser tão individualista sou rotulado,
Mas é no meu mundo que tenho a real guarida.
Não me interesso por cobertores de solteiro,
Eles deixam meus pés a mercê do frio.
Gosto do de casal... gosto de espaço.
Mas quem disse que em meu espaço não cabe você? (PEQUENINA)
Chegue sem rotulações.
Venha ouvir o que meu micro-mundo diz.
Não se preocupe em falar.
Pois me comunico por poesia escrita.
Sem sons, porém com todos os significados possíveis.
Se minha cabeça é fechada, entre pelos ouvidos...
Pois é pensando pequeno que sou feliz.
Breno Callegari Freitas
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Queira querer e quero
Queria eu não querer nada.
E numa estrada reta seguir sem ter lados.
Ao lado se está quem lhe acompanha
Breno Callegari Freitas
E numa estrada reta seguir sem ter lados.
Ao lado se está quem lhe acompanha
E a companhia nem sempre lhe oferta o que você necessita.
Queria eu ser uma ilusão,
Admirada por sedentos.
E logo depois de saciados, desaparecer,
Tanto sua necessidade por mim, quanto a minha por ti.
Queria eu ser meu melhor amigo.
Contar-me segredos,
Dar-me conselhos,
Chorar as magos de um outro eu, para afagar-me.
Queria ser tão frio quanto à morte.
Que vem,
Passa,
Magoa
E não sofre.
Queria querer algo a mais que a felicidade.
Mas esta busca só se finda,
Com a morte...
Ou com a sorte.
Queria eu ser uma ilusão,
Admirada por sedentos.
E logo depois de saciados, desaparecer,
Tanto sua necessidade por mim, quanto a minha por ti.
Queria eu ser meu melhor amigo.
Contar-me segredos,
Dar-me conselhos,
Chorar as magos de um outro eu, para afagar-me.
Queria ser tão frio quanto à morte.
Que vem,
Passa,
Magoa
E não sofre.
Queria querer algo a mais que a felicidade.
Mas esta busca só se finda,
Com a morte...
Ou com a sorte.
Breno Callegari Freitas
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