quinta-feira, 2 de agosto de 2012

EU MAIOR - entrevista com Barbara Abramo

The Beatles - For No one

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

LIBERDADE


Ferro outrora batido.
No tempo… Fundido.
Ferro pensado e trabalhado.
Idealizado tal âncora.
Alguma de madeira seu cepo.
Ajuda na força…
Suaviza seu bruto bater.
No bater da tempestade.
Segura no fundo… Segura a Nau.
Quando forte e sábia é a liberdade
Do seu braço.
E meus ombros de teus braços.
Seguram o mérito das honras.
Que, por ai, tanta gente nega.
Enquanto vai comendo
O que resta do teu braço.
De tanto comerem… Sem nada darem.
Nem valor mostrarem.
Já é curta a amarra
E pequena a minha Nau.
Mas grande a vala comum
De errantes cadáveres nus.
Em meus lábios o ritos da amargura.
Tal cadáver adiado.
No saber quartéis vazios
De fardas desta Nau.
Universidades… Cátedras… Sem lentes.
Licenciaturas de transmutação
A vulgar pedra… Lastro de outras naus.
Doutoramentos… De outras causas.
Em compadrios de ideologias.
Feitos a políticas orgias.
Nesta injuria, não há mais terra com pão.
Os campos outrora férteis.
São hoje áridos nos mercados.
Secaram os rios e as fontes.
Floresce os media.
Em grotescos espectáculos
De marionetas.
Sem razão… No exercício
Da função
À liberdade difundida.
A qual, não é noticia nem informação.
É emprego de quem também come
Ou quartel de mandante.
Não tem isenção.
Não expressa a verdade.
É mercado de ideologia e apatia.
Vive do ferro, da voz e das letras em éter cego.
Esfarrapando a bandeira na tempestade
Dos seus ventos
«»
Lá, ainda a pagar à castelhana bandeira. Fermenta a novo ser a submissa pedra. Que virá e lapidara o Padrão da planetária aproximação. Em sinal inequívoco da chegada de Portugal ao mundo todo.
Castelo de vivas e alargadas seteiras. Na graça Divina. Teu corpo de Fé em humano vigor. Exaltará à luz da liberdade. Nascerá em ti Portugal. Nação universal, a rasgar horizontes. Em Bandeira do tamanho do mundo. Erguida com sangue, suor, lágrimas, alegrias e amor. Bandeira de costa atlântica, manto do Ibérico rectângulo. Berço criativo deste todo, que com todos, ao todo, foi aclamada.
Mar de branca espuma. Em ti, alvas velas, ostentando a Cruz de Cristo navegaram. E do mundo, ao mundo todo chegaram. E no todo do mundo, para sempre ficaram. Nesta língua que feitos e versos celebrizaram. No épico canto de Camões
E assim, mais longe, por desconhecidos e temidos mares, a rocha disforme e tormentosa foi conhecida e logo vencida. Nesta apoteose, em vibrante e eloquente aclamação. A bandeira das cinco quinas, foi recebida e seguida.
Ao criar da efervescente comunhão. Ajoelham mais crentes na língua de Camões, a orar ao Deus, que Portugal, no longínquo evangelizou.
Na praia, corpos desnudos e corpos trajados. Olham-se mutuamente. Admirados das diferenças existentes no planeta terra. Diferenças vividas no mesmo espaço do tempo.
Ao largo, as caravelas, festivamente embandeiradas, carregam e descarregam. Em movimentado frenesim de escaleres.
No promontório mais altaneiro, como sinal aos vindouros navegantes. É erguido o Luso Padrão. Pedra, chão de Portugal ao mundo.
E antes da muralha defensiva. Que orgulhosamente, ostentará a Lusa bandeira. Já se constrói o altar ao Divino. E seguindo os raios de Luz da Santíssima custódia é erguido aos Céus o Santo Cibório. Em agradecimento ao conseguido.
Nesta transposição harmoniosa, mas ainda sem a percepção do ritmo e cadência regular do mundo. Vamos vivendo na ignorância das fímbrias da memória. Longe de compreendermos a existência do crescimento. às portas de um mundo sempre mais vasto.
Correndo no espaço, nem sempre acompanhamos o tempo. Muitas vezes estagnamos no limiar do caminho. Enquanto o universo continua na sua trajectória de crescimento. Arrastando consigo a terra pelo espaço. Na união das mesmas universais forças. Mas, em relação há idade e trajectória universal, atrasada no tempo segue o planeta terra. Por má postura humana.
Assim, entre recuos e avanços. Enquanto se reza, discursa, luta ou se ama. Se promove a paz. Num fazer de santos. Ou a guerra, a um todo de diabólicas posturas. Lá se vão mandando os profissionais da guerra. A abrir os mercados da mortandade.
A estes mercados, armam-se crianças. Fardam-se grupos separatistas. Que vão assassinando milhares de inocentes. E alargando o corpo da luta. Até que, os mercados favoreçam os senhores das armas. A tanto, legaliza-se o envio de mais profissionais da guerra. Mas agora, com a missão de fazerem terrenos santos a internacionais of shores.
Portugal tanto tu cresceste.
Para te deixares arruinar com artilhadas utopias e promessas.
E passares agora a ser escravo de quem te empurrou para esta desgraça. Para esta política de of shores. Que te vai sugando o suor e o sangue. Para a mão dos agiotas. Que, por cumplicidade política, passam a senhores e detentores do teu sacrifício e produção. Num conluiado criminoso de corrupção e especulação política. Transformando-te numa marioneta a baloiçar ao jugo da especulação dos mercados. Sem políticos que te honrem e te sirvam.

A paixão em sonho

É tão bom se entregar.
Fechar os olhos e mergulhado em beijos afáveis esquecer-se do inesquecível.
Abraçar como se o corpo ali apertado fosse à única razão vital existente.
É surreal olhar
Dento de outros olhos e alcançar o brilho de uma paixão poente.
Olhar
Sorrisos que se formam depois de longos beijos...
Sorrisos que preanunciam outros longos e vorazes beijos.
É prazeroso
Beijar aquela mão com o carinho que um pai beija a barriga da esposa grávida
E depois sorrir, como uma trombeta que anuncia a presença real, anunciando o próximo beijo.
É saboroso folhear livros de sonetos amorosos antigos em busca de um que traduza tudo aquilo entalado em uma garganta seca de palavras, mas molhada por beijos em potencial.
É tão extasiante ficar com o perfume em seus braços
E dormir buscando o aroma.
Aroma confortador que com o alento da paixão nos deita em um sono regado por sonhos que são a extensão deste sentimento aqui transcrito.
Sonho com abraços e beijos,
Em outros (sonhos) apenas com a voz.
Sonhos de uma vida pela frente
Regada por paixão e paz.
Sonho que um dia nunca acorde,
E se acordar, que eu jamais
Deixe que a noite volte
Para contigo sonhar um pouco mais.




Breno Callegari Freitas Leal

Eram os Deuses Astronautas?


Eram os Deuses Astronautas? (Erinnerungen an die Zukunft, no original alemão) (The Chariots Of The Gods?, em inglês) é um livro escrito em1968 pelo suíço Erich von Däniken, em que o autor teoriza a possibilidade das antigas civilizações terrestres serem resultados de alienígenas (ouastronautas) que para as épocas relatadas teriam se deslocado.
Von Däniken apresentou como provas ligações entre as colossais pirâmides egípcias e incas, as quilométricas linhas de Nazca, os misteriososmoais da Ilha de Páscoa, entre outros grandes mistérios arquitetônicos. Ele também cria uma teoria de cruzamentos entre os "extraterrestres" e espécies primatas, gerando a espécie humana.
Dizia o autor também que esses "extraterrestres" eram considerados divindades pelos antigos povos: daí vem a explicação do título do livro. Naturalmente, levando o pensamento há 1000 ou 2000 anos atrás, é impossível definir um objeto voador com 30 metros de comprimento - que hoje chamamos de avião ou ônibus espacial - portanto correlações próximas à realidade da época foram feitas: "Deus", "Anúbis", "Itzmná" ou "Salvador".
Unido à época lançada - um ano antes do homem ir à Lua -, von Däniken conseguiu vender milhares de livros e convencer muitos leitores. As teorias defendidas neste e em outros livros de Däniken ainda são tema de discussão, leiga ou acadêmica, contrária ou favorável. Alguns autores exploram o tema da teoria dos astronautas antigos.

ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS

The Beatles - Got To Get You Into My Life